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Análise ao Benfica vs Arouca

por P1nheir8, em 25.01.16

 

Depois da vitória a meio da semana para a Taça CTT, no sábado foi dia do Benfica receber em casa no Arouca. Com a vitória, iríamos passar para primeiro lugar, já que o Sporting apenas jogava a seguir ao nosso jogo, colocando assim mais alguma pressão nos nossos adversários. Para este confronto, Rui Vitoria fez duas alterações ao 11 habitualmente titular nos últimos jogos do campeonato. O lesionado Fejsa deu lugar a Samaris, enquanto na frente de ataque tivemos Mitroglou a fazer dupla com Jonas, relegando Raúl para o banco de suplentes. Júlio César, André Almeida, Lisandro, Jardel, Eliseu, Samaris, Renato Sanches, Pizzi, Carcela, Jonas e Mitroglou. Foi esta a equipa inicial para defrontar o Arouca.

 

 

O Benfica teve uma grande entrada em campo e aos 3 minutos já estava em vantagem, fruto de um golo marcado por Pizzi. Como é normal, entrámos em casa a tentar - e conseguir - mandar no jogo, apresentando uma boa dinâmica em campo. O Arouca tentava sair em rápidos contra-ataques, e de vez em quando conseguia chegar com a bola perto da nossa baliza, mas sem criar grande perigo para a baliza de Júlio César.

 

A nossa equipa mandava completamente no jogo. Circulava a bola e depois de a perder, recuperava-a muito rapidamente. Não foi de estranhar que o 2-0 fosse aparecer rapidamente. Canto de Pizzi, Lisandro a ganhar nas alturas e a bola vai ter com Mitroglou que, de calcanhar, faz um grande golo, levantando o Estádio da Luz e ampliando a vantagem no marcador.

 

Era um jogo bem agradável aquele a que se assistia. Conseguíamos chegar bastantes vezes com bola e com muita gente ao último terço do terreno, criando desequilíbrios na defesa adversária. Depois, faltava sempre o último passe, ou a decisão final, para o lance ter sucesso. Médios bem subidos e a tentar pressionar logo, assim que o lance era perdido.

 

Perto dos 30 minutos, estamos muito perto de fazer o 3-0. Grande toque de Mitroglou que permite a Carcela seguir sozinho para a baliza, mas depois Bracalli defende o remate cruzado do extremo marroquino. Pouco depois, Mitroglou tem uma boa oportunidade, mas não consegue acertar bem na bola depois de um cruzamento de Carcela. De seguida, é Pizzi a atirar por cima, depois de um bom cruzamento de André Almeida. Eram momentos de grande pressão por parte do Benfica.

 

Aos 43 minutos de jogo, é Jonas quem está perto de marcar, mas Bracalli defende com os pés o remate do avançado brasileiro, depois de uma grande jogada individual. Já não houve tempo para muito mais e o intervalo chegou com o Benfica a vencer por 2-0.

 

 

Estes foram 45 minutos onde o Benfica deu continuidade às melhorias evidenciadas nas últimas semanas. Foi, de certeza, o jogo onde colocámos mais jogadores no processo ofensivo durante toda a época. Longe vão os tempos dos 4 jogadores no ataque e às vezes nem isso. Isso traz várias vantagens e tem sido notório. Conseguimos sair a jogar quase sempre, com diversas formas, quer saídas a 3 ou a 2. Estava 2-0 ao intervalo, mas poderia estar bem mais, fruto dos vários lances de ataque que não conseguimos concretizar. A defesa mostrou algumas dificuldades, principalmente no espaço entre jogadores. O espaço entre a linha defensiva e meio-campo, foi demasiado grande em várias situações.

 

Júlio César não teve trabalho nenhum durante a primeira parte. Eliseu e André Almeida participaram bastante no jogo ofensivo, estando mais subidos que o habitual, criando vários desequilíbrios. Jardel e Lisandro não estiveram mal, acabando por resolver praticamente tudo o que apareceu, contudo, algumas dificuldades entre os 4 defesas na linha defensiva e no espaço entre eles. 

 

Samaris tentou fazer esquecer Fejsa. Não foi tão bom na ocupação de espaços e nas coberturas, mas tentou pressionar mais alto do que normalmente fazia em outros jogos. Continua a perder muitas vezes a noção de onde ou não deve ir, abrindo espaços perigosos e não fazendo várias compensações. Renato esteve bem na primeira parte, não perdendo muitas bolas e dando várias soluções à equipa, pecando na transição defensiva e algumas coberturas. Pizzi continuou o seu grande momento, sendo uma peça chave e o melhor jogador da equipa nestes 45 minutos. Carcela também esteve bem e está em grande forma.

 

Jonas não esteve tão activo como seria de esperar, mas longe de ter feito uma má primeira parte. Diversas movimentações interessantes na frente de ataque. Mitroglou marcou um grande golo, e deu muitas soluções à equipa, não estando tão fixo na frente. Pecou na última decisão em vários lances. Segura praticamente sozinho os dois centrais e abre muitos espaços nas defesas adversárias.

 

 

 

 

 

O golo de Pizzi, atacando o espaço depois de um toque de cabeça por parte de Jonas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Canto de Pizzi, Lisandro muito bem a ganhar nas alturas e Mitroglou a fazer um excelente golo de calcanhar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Grande jogada de Jonas, mas Bracalli com os pés a impedir o 3-0. 

 

 

 

Para a segunda parte, voltou a entrar a mesma equipa em campo. Assim como aconteceu no jogo contra o Estoril, voltámos a entrar bem nos segundos 45 minutos. Primeiro, é Mitroglou que remata para as mãos de Bracalli, depois é Jonas que atira a rasar o poste, na sequência de um contra-ataque.

 

Aos 51 minutos, o Arouca consegue incomodar um pouco Júlio César. Jogada de contra-ataque que culmina num remate à entrada da área, tendo Júlio César sacudido para canto.

 

Os 15 minutos iniciais do segundo tempo não foram muito diferentes do que tinha acontecido durante a primeira parte. Benfica a dominar o jogo, a tentar constantemente o ataque e a recuperar a bola muito rapidamente depois de a perder. Eram muitas as vezes que conseguíamos chegar com bola perto da baliza de Bracalli, faltando como na primeira parte, sempre algo para o lance acabar da melhor maneira. 

 

O Arouca chega com perigo à baliza de Júlio César aos 63 minutos, mas o desvio de Maurides a um cruzamento, acaba por sair por cima da baliza de Júlio César. Rui Vitória faz a primeira substituição aos 66 minutos, fazendo entrar Gaitán para o lugar de Pizzi.

 

Numa altura que o Arouca até estava a tentar atacar mais que no resto do jogo, o Benfica faz o 3-0. Recuperação de bola de Gaitán que entrega a Mitroglou. O avançado grego isolado permite a defesa a Bracalli, mas a bola ressalta para os jogadores do Benfica e Jonas dá o toque final para o fundo das redes. Poucos minutos depois, Gaitán quase oferece mais um golo, mas o defesa do Arouca acaba por cortar a bola antes de ela chegar a Jonas.

 

A segunda substituição acontece aos 74 minutos, entrando Talisca para o lugar de Samaris. O médio brasileiro foi colocar-se a número 8, recuando Renato Sanches para 6. O Benfica tentou acalmar o ritmo de jogo com o final dos 90 minutos a aproximar-se. Ainda tentávamos atacar, mas já sem aquela acutilância, preferindo circular a bola por entre os jogadores com mais segurança.

 

Mitroglou tem uma grande oportunidade para bisar aos 84 minutos, mas um defesa corta a bola antes de ele ter oportunidade de dar o toque final para o fundo das redes, depois de já ter ultrapassado Bracalli. Logo de seguida, o avançado grego dá o seu lugar a Raúl, esgotando assim as substituições no Benfica.

 

Grande jogada do Benfica aos 87 minutos, que só não dá em golo, mais uma vez, devido a Bracalli. Talisca a progredir com bola, a entregar e Gaitán que de calcanhar isola o médio brasileiro, fazendo depois o guarda-redes do Arouca mais uma excelente defesa.

 

Já depois dos 90 minutos, o Arouca reduz para 1-3, na sequência de um canto. Não houve tempo para mais e o Benfica acabou por vencer por 3-1.

 

 

Não há muito a dizer de diferente sobre esta segunda parte do Benfica, do que aquilo que disse na primeira. Para pior, notaram-se mais algumas falhas defensivas, e ainda mais espaço entre as nossas linhas, permitindo ao Arouca criar mais algum perigo. Quase sempre, eles acabaram por tomar a pior decisão no lance, o que ajudou a que as falhas fossem menos notadas. Ofensivamente voltámos a estar bem, com uma excelente dinâmica ofensiva. Muita gente a atacar, diversos movimentos para dar linhas de passe e muitas oportunidades para golo que, infelizmente, acabaram por não ser concretizadas.

 

Júlio César nada podia fazer no golo sofrido. De resto, pouco ou nenhum trabalho teve. Os laterais voltaram a estar bem nestes segundos 45 minutos. Cumpriram bem com o que lhes foi pedido. Lisandro e Jardel voltaram a demonstrar algumas dificuldades em vários lances, mostrando que ainda há ali coisas para afinar. Samaris já não foi tão eficiente na segunda parte a fazer pressão, abrindo muitas vezes espaços nas suas costas e chegando tarde aos lances. Também se notava algum cansaço no médio grego. Renato continuou a ser aquilo que tinha sido, nem melhor nem pior, agarrando-se algumas vezes em demasia à bola.

 

Pizzi e Carcela voltaram a estar muito bem. Carcela tem sido muito importante na forma como a equipa reage à perda. Jonas marcou o seu golo e tentou ajudar na criação de jogadas, enquanto Mitroglou acabou por ser perdulário nesta segunda parte.

 

Nico Gaitán entrou muito bem, oferecendo diversos golos - não concretizados depois - aos seus colegas de equipa. Talisca na parte ofensivo mostrou alguma qualidade, sendo que podia ter marcado, já defensivamente facilitou muito. Raúl não teve tempo para muito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O terceiro golo do jogo. Gaitán recupera a bola e isola Mitroglou. O avançado grego na cara de Bracalli tenta o golo, quando até poderia entregar em Jonas ou Gaitán. Bracalli consegue defender, mas a bola acaba por ir ter aos pés de Jonas que empurra para o fundo das redes.

 

 

 

 

Carcela a vir ao interior buscar a bola e depois a isolar Mitroglou. Já depois de passar por Bracalli, um defesa do Arouca impede que o avançado grego faça o 4-0.

 

 

Muito forte Talisca a progredir com bola, entregando depois em Gaitán que de calcanhar isola o médio brasileiro. Mais uma vez, Bracalli a salvar o golo.

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais uma vez, Rui Vitória e a equipa do Benfica estão de parabéns. Uma boa vitória com uma bela exibição, onde podiam ter sido muitos mais os golos marcados. A equipa está muito confiante e isso torna as coisas mais fáceis. Outras coisas que se mudaram, também ajudam a que a equipa agora esteja bem melhor.

 

Agora temos mais gente a atacar, os laterais e os médios participam no processo ofensivo, mais pressão e uma reacção à perda bem melhor. Equipa mais junta, tentativa de sair quase sempre a jogar com diversas linhas de passe que aparecem em maior número. Antes, também apareciam várias, mas a equipa preferia bater longo muitas vezes, e quem acompanha aqui o blogue, sabe que isso sempre foi uma das críticas que apontei à equipa. 

 

O posicionamento de Pizzi naquele lugar, tem sido uma das grandes mais valias para esta equipa. Praticamente nenhuma equipa que defrontámos, conseguiu arranjar maneira de contrariar os movimentos do médio português, sendo que depois há várias dinâmicas para ajudar a esses movimentos, como Jonas cair numa das alas ou o nosso lateral estar bem subido para causar a dúvida no extremo e lateral contrário. Na saída a jogar, também tem sido muito importante. A 8, é um jogador bastante sofrível, mas nesta posição, tem estado a um nível muito elevado.

 

Defensivamente é que continuo algo desagradado, e sem Fejsa em campo, isso ainda se notou mais. Há muito espaço entre os jogadores da defesa em vários lances e o espaço aberto é quase sempre o mais perigoso - ao centro do terreno. A defesa muitas vezes não bascula bem para o lado da bola, fazendo com que se parta em duas. Neste jogo, não houve grandes estragos causados por isso, mas com outros intervenientes, será um grande problema. Também, vimos neste jogo espaço entre a defesa e o meio-campo em demasia, sendo que o Arouca conseguiu facilmente colocar a bola entre as nossas linhas. Em relação ao golo sofrido, já não é a primeira, segunda, ou terceira vez neste campeonato, que o espaço naquela zona se abre. A rever, urgentemente.

 

Rui Vitória continua muito interventivo no banco e mais uma vez digo que gosto muito disso, Constantes indicações e correcção de posições, fazendo com que aquilo que vê em campo, esteja mais do seu agrado.Vai ter agora vários jogadores a regressar de lesões, tendo Gaitán já dado um aperitivo. Vamos ver como o treinador vai agora gerir estas entradas na equipa, numa altura em crescemos a olhos vistos. Também era importante ter alguma prenda no final do mês, de modo a fortalecer o plantel em posições algo carenciadas. Vamos ver o que acontece.

 

Amanhã é dia de tentar garantir a presença nas meias-finais da Taça da Liga. Espero algumas mudanças no 11 titular, mas também a vitória e o apuramento. 

 

 

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publicado às 14:16


8 comentários

De bcool973 a 25.01.2016 às 16:26

Boas Pinheiro,

Conforme comentei no outro post, não vi este jogo, nem ainda tinha lido este post, mas parece-me notório que começa a estar presente o resultado de uma opção mais elo trabalho ofensivo do que pelo defensivo, pois se ofensivamente vemos bastantes evoluções, pelo menos em espaços largos do jogo, defensivamente pouco ou nada mudou.

Num campeonato como o português, onde a grande maioria dos adversários se remete à defesa, será pois no processo ofensivo, seja em organização ofensiva, seja em transição defensiva, seja mesmo em reacção à perda no meio-campo ofensivo, que interessa ser mais eficaz por forma a estar mais próximo do golo. assim sendo, parece-me natural o privilégio pelo trabalho ofensivo em detrimento do defensivo e a consequência será melhores e mais eficazes processos a atacar que a defender.

Quanto às bolas paradas, tenho 2 comentários:
- há um jogador a fazer marcação homem-a-homem na quina da pequena área, quem é e porque motivo o fará, pois é menos um jogador disponível para o espaço central
- a lógica deste tipo de defesa a bolas paradas é ter um linha em que todos os jogadores estão próximos para que não existam espaços onde os avançados possam cabecear sem qualquer oposição; não sei quais as missões de Jonas e Renato nos lances de bola parada, mas em princípio a responsabilidade pelo golo caberá a um deles, pois deveria ser um deles a ocupar esse espaço

Tendo Gaitán recuperado e com Carcela e Pizzi com grandes desempenhos e muita influência nesta nova forma de jogar, quem achas que será sacrificado e porquê? Eu aposto no Carcela, embora considere que será sempre um dos primeiros a entrar. E se e quando Salvio recuperar como será? Vou ser politicamente incorrecto, mas não me parece que Salvio possa oferecer ao Benfica aquilo que Pizzi tem oferecido, por muito que seja técnica e fisicamente superior. Estou perfeitamente convencido que caso Salvio estivesse recuperado, entre ele e Gaitán, um deles sairia nesta janela. Talisca não me convence e Renato continua a não recuperar. Infelizmente o jogador de cristal voltou a mostrar a sua fragilidade e Samaris voltou ao onze. Pessoalmente acho Mitroglou muito superior ao Jimenez, mas está a demonstrar pouco discernimento nas zonas de finalização, não sei se preocupado por conseguir recuperar o lugar, mas não me parece que as más decisões sejam o caminho. Acho que 7 milhões é um bom valor pelo Lisandro, mas sem a certeza de ter o Luisão recuperado, achas que deveríamos deixar sair o Lisandro? Novamente sendo politicamente incorrecto, a minha resposta é que sim.

De P1nheir8 a 26.01.2016 às 10:53

Boas bcool,

Parece-me o mesmo. Já tive oportunidade de comentar em outros sítios que agora ofensivamente temos uma ideia mais à Benfica e não à Guimarães.

Concordo contigo, o momento ofensivo neste campeonato é o mais importante. Defensivamente continuamos mal.

Quanto às bolas paradas, o Renato e o Jonas estão ali sempre naquele espaço, mas não a marcar individualmente. Eles ficam ali para atrapalhar a movimentação adversária e tentar impedir que eles apareçam tão balanceados em direcção à baliza. Não marcam individualmente, e em todos os jogos que vi, a missão deles foi sempre esta que eu estou a dizer. Não os vejo a marcar ninguém, então atrapalhar e se eles passam para a frente deles, já não é problema dos dois. É isso que tenho visto.

Tenho quase a certeza que vai ser o Carcela, a não ser que a lesão do Pizzi seja grave. RV não vai abdicar do médio português nesta forma de jogar, Carcela tem menos nome e pode depois agitar o jogo a partir do banco. Penso que será o sacrificado, já que Gaitán vai voltar ao 11. Também poderia sair o avançado e Gaitán ir colocar-se junto a Jonas, mas duvido muito que isso aconteça.

Penso que Salvio ainda vai demorar a voltar e até ganhar ritmo, pode demorar muito. Não credio que até fim da época vá ser titular indiscutível na equipa. Pizzi está muito bem e eu não o retirava desta posição. Com Salvio, as dinâmicas em campo terão de ser muito diferentes. Não tem nada a ver com Pizzi.

O Gaitán deve sair no final da época e o Salvio caso não se tivesse lesionado, no verão tinha ido para outras paragens mais frias. Precisamos de um 8. Renato tem de ter alguém para rodar e Talisca a 8 é fraco. Concordo, também prefiro o Mitroglou, pois consegue dar mais jogo à equipa.

Quanto ao Liandro, eu não o deixava sair agora. No final da época e por um bom valor, não perdíamos muito. Com Luisão sem estar recuperado e sem outro bom central, ia ser complicado nesta altura. E depois, com o dinheiro, ainda íamos buscar alguém com menos qualidade, que já se sabe como as coisas funcionam por vezes. No final da época logo se via, mas não sei se depois haverá interesse nele. E 7 M é um bom valor, sim.

Grande abraço.

De Anónimo a 25.01.2016 às 17:46

Parabéns pelo trabalho que tens feito

As melhoras ofensivas estão a consolidar-se e RV está de parabéns por isso.
Defensivamente continuamos com os mesmos erros.
Nos tempos do antigo treinador, a equipa fazia uma coisa que não me agradava mas que percebia a sua utilidade. Quando a pressão dos avançados era ultrapassada havia sempre um jogador (normalmente o Luisão) que saia ao avançado que iria receber a bola e fazia logo uma falta no meio campo.
Isto permitia parar o jogo e organizar a defesa, ou seja, passando-se do ataque para a defesa, fazendo a transição em que os jogadores têm de recuperar a posição com o jogo parado.
Pode ser que isso seja uma solução, para os jogos mais difíceis, até se corrigirem alguns dos erros.

Quando regressarem Gaitan e Salvio, acho que vão entrar os dois ao 11 titular. O Benfica todos os anos tem de vender jogadores e estes são os que têm maior mercado e se ficarem no banco estão-se a desvalorizar.

Cumprimentos
Bruno

De António Madeira a 25.01.2016 às 20:24

Saudações.
Quero começar por dar-te os parabéns pelo excelente blogue, que descobri há pouco e tenho vindo a acompanhar com grande interesse
No entanto, gostaria de fazer um pedido.
As páginas demoram muitos minutos para abrir no meu computador (portátil) provavelmente devido aos muitos vídeos presentes na página.
Haveria possibilidade de não os meter a abrir automaticamente? É que assim poderia ir abrindo um a um e a página certamente não ficaria tão pesada.
Continuação do excelente trabalho!

De sarahatesyou a 26.01.2016 às 14:59

Olá António,

A solução que encontrámos - e que entrará em vigor a partir da próxima análise - é fazer com que vários gifs deixem de correr automaticamente e passem a ter um botão 'play' para o leitor poder escolher quando os iniciar. Contamos, desta forma, reduzir o peso da página e consequente tempo de carregamento.

Obrigada pelo teu feedback.

De António a 27.01.2016 às 01:32

Muito obrigado desde já.

Saudações benfiquistas.

De Ricardo Fernandes a 26.01.2016 às 13:51

Boas,

É tudo verdade que melhorámos. Acho até que esta qualidade de jogo apresentada está a superar por exemplo, o Sporting. Temos a prova dos 9 contra o Porto.

Veremos se Rui Vitória se acagaça e volta a jogar como antes ou se realmente nos impomos ao adversário.

Certo é que o Porto de domingo já mostrou alguma coisa de diferente.

De BF a 27.01.2016 às 11:18

O Porto será a prova dos nove da defesa. Asmelhorias ofensivas são evidentes mas sem melhorias defensivas continua a ser difícil sonhar com o título... sem ajuda de terceiros!

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